13 novembro 2007
08 novembro 2007
ora bem... #53
A Ponte é uma construção que permite interligar ao mesmo nível pontos não acessíveis separados por rios, vales, ou outros obstáculos naturais ou artificiais.As pontes são construídas para permitirem a passagem sobre o obstáculo a transpor, de pessoas, automóveis, comboios, canalizações ou condutas de água (aquedutos).
Quando é construída sobre um curso de água, o seu tabuleiro é frequentemente situado a altura calculada de forma a possibilitar a passagem de embarcações com segurança sob a sua estrutura.
Quando construída sobre um meio seco costuma-se apelidar de viaduto.
Portanto...a minha tem de ligar o Barreiro e o Seixal.
07 novembro 2007
porra pá! #52
Há zonas em Lisboa que por mais que lá passe não consigo evitar a pergunta: "Porra...onde é que tou?".Perdi-me na Estrela...outra vez! É que chego a um ponto que não reconheço mesmo nada! E quem diz Estrela diz Campo de Ourique, Campolide, Lapa e por aí! Do Rato para baixo ok, safo-me...lá para os lados de cima é que se torna medonho.
Por acaso até nem sou de ficar muito histérica quando me perco. Gosto de me perder e sou da teoria que vou aprendendo com estes desvios parvos...mas é que a Estrela consome-me! Hoje tive a sensação que dei uma volta à turista daquelas...tipo "Rato ali" e eu noutro sítio qualquer...
Agora olho para o mapa e reconheço tudo o que vejo...
Quando me lembrar pego no carro e vou marcar pontos na rua para não me perder na próxima!...se virem lencinhos vermelhos já sabem: são os meus caminhos!!
do I love you? #51
"Do I love you because you don't want me to rub your back?
Or is it the medication?"
Foi uma boa decisão...agradeço a mim própria ter ido ao Coliseu na noite passada! Ainda estou pasmada com o que vi. Não esperava um espectáculo deste calibre. Foi um concerto diria...simpático, tocante e elegante. A revelação do momento.
Rufus Wainwright, ontem no Coliseu dos Recreios, parece-me que conquistou a imensidão de gente que lá estava.
E não é que a vida é feita de bons momentos?!
"Shout halleuja, come on get happy, get ready for the judgement day"
04 novembro 2007
hamburger dji sóija quentjinho #50
Já foram à Bica e viram aquele senhor de calças claras e cesto na mão a gritar : "Hamburger dji soija quentjinho"?? Pois bem...eu não dava nada por aquilo! Já várias pessoas me tinham falado daqueles hamburgeres como "muita bons" e "uhhhh brutais" mas eu imaginava uma coisa seca e normalissíma, daquelas coisas que sabem bem quando o que temos é fome mesmo. Não! Ontem provei finalmente! Não tinha fome...tinha era vontade de provar! e digo-vos que sim, são grandes hamburgeres dji soija quentjinhos! Porra! Sabem bem, são estaladiços, com um molho simpático e nota-se que são feitos com carinho! Segundo me disseram, quem os faz é o próprio senhor que vende. Bom trabalho senhor das calças claras de cesto na mão! Só me aptecia não ter jantado e ter razão para pedir logo uns três de seguida! Custam 2.50€! epá...provem!02 novembro 2007
memórias das amoreiras #49
Convivo diariamente com esse belo exemplo da nossa arquitectura dos anos 80, peça de época. Gosto das Amoreiras pelo lugar que ocuparam na história de Lisboa e na história da minha vida...desde sempre que me lembro daquelas três torres imponentes e ornamentadas que marcam uma das entradas da minha cidade. Quando era criança costumava lá ir ao fim de semana, principalmente ao Domingo, mas nunca com a minha mãe...ela não conseguia respirar no parque de estacionamento. Foi nas Amoreiras que vi o meu primeiro filme no cinema, o "Lucky Luke". Nas Amoreiras fazia as minhas compras de adolescente, naquelas loucas idas de autocarro com as amigas todas, esbanjar dinheiro e não comprar nada que se mantenha ali no armário. Tomava cafés nas Amoreiras com o meu primeiro namorado, no Jamaica! Fiz lá uma data de compras de Natal, compras no Jumbo...Hoje imprimo lá trabalhos de vez em quando e vou ao cinema quando preciso de pipocas (já agora...aquelas salas vip não fazem parte das minhas memórias e não as sinto no conjunto...raio de ideia!).
Quando era criança e ia às Amoreiras tinha uma enorme dúvida...pensava para comigo: "Mas como é que as Amoreiras são torres se quando eu tou lá dentro aquilo só tem dois andares??" eu imaginava que as torres eram as Amoreiras shopping...há dias, parada no semáforo, lembrei-me desta minha inocência e sorri. Depois soube que haviam CASAS nas torres! Brutal...queria viver nas Amoreiras: objectivo de vida.
As Amoreiras foram uma moda, hoje são uma peça de uma época que passou...mas ainda ficam bem ali, pertencem ali e combinam com a cidade. Ao contrário do Colombo que não pertence a época nenhuma e precisa de renovar, as Amoreiras fazem sentido assim.
As Amoreiras foram uma moda, hoje são uma peça de uma época que passou...mas ainda ficam bem ali, pertencem ali e combinam com a cidade. Ao contrário do Colombo que não pertence a época nenhuma e precisa de renovar, as Amoreiras fazem sentido assim.
31 outubro 2007
no dito "finzinho" #48
Pergunta legítima: sou só eu ou vocês também fazem de tudo para não ter de mudar o rolo do papel higiénico quando tá no dito "finzinho"? Ás vezes chego ao ridículo de deixar uma folha...aqui em casa passam-se em busca "da pessoa que deixa sempre este post-it"... Mãe: sou eu! Acho que o grande problema está na localização dos novos rolos...se estivessem à mão seria tudo mais simples e não teria a necessidade de partilhar esta ideia!
26 outubro 2007
Putin...ou lá que raio é #47
Sei que muitos estão de acordo comigo hoje! Mas porque raio é que estes imbecis fecharam a A5 numa hora de ponta esta manhã?! é simplesmente incrível! Eu perdi uma aula, esperei duas horas, ainda trabalhei antes de ir pás aulas...para este gajo ir conhecer o Convento de Mafra?! Longe de mim ter discursos "proto-revolucionários",mas achei isto ridículo! é preciso fechar umas das principais entradas de Lisboa, à hora em que toda a gente vai para o trabalho...é preciso parar o país para passar uma comitiva? Não há helicópteros? Sei lá...qualquer coisa que fizesse com que o homem não deixasse lá de ir visitar Mafra e sentir-se seguro ao mesmo tempo...Não! Há que parar o desgraçado do povinho que até tem pachorra para estas cenas numa sexta feira de manhã!
Mas não deixa de dar origem a comentários deliciosos, como foi o que ouvi no autocarro, vindo de uma velhinha..."Ai...tantos anos que não apanhava um autocarro, não é que apanho também com o Putin ou lá que raio é..."
Para ajudar à festa, parece que uma carruagem de metro na linha amarela descarrilou!
24 outubro 2007
squirtle #46
Parece que existe mesmo a mistura dos nossos dois personagens de há uns posts atrás! Aqui está o "Squirtle"!!Squirtle (ゼニガメ; "Zenigame" em japonês) é um personagem fictício do anime Pokémon. É um pokémon tartaruga do tipo Água (ui, têm categorias...). O seu número é o 7 (ahhhh...já ouvi isto). Evolui para Wartortle (huuum...).
Quando um Squirtle nasce, sua primeira acção é entrar no casco. À medida que passam as suas primeiras horas de vida, o Squirtle já aprende o seu primeiro ataque, a Espuma (uau).
O Squirtle é provavelmente uma combinação de squirt (esguicho) e turtle (tartaruga). Mas também poderá ser squirrel (esquilo) com turtle, visto que sua cauda é semelhante com a de um roedor.
Já "Zenigame" deve ser uma combinação de 銭 com 亀 (significando tartaruga de dinheiro).
Já "Zenigame" deve ser uma combinação de 銭 com 亀 (significando tartaruga de dinheiro).
A pronúncia é zeh – nee – gah – meh.
Obrigada ao Kabir pela pesquisa!
23 outubro 2007
luz apagada #45
Apercebi-me durante o dia de hoje que esta luz acabou por este ano...Sendo assim fica aqui registada uma imagem do meu verão. Agora resta-nos estrear os casacos de Inverno!
21 outubro 2007
a noite passada #44

22h. Acidente no viaduto, trânsito parado. Desvio para a marginal. Estacionar em frente ao "Peep-Show". Jantar: 1ºBenfica e barulho / 2ºvinho, silêncio e dinaussauros. Copos de plástico. Hostel na rua Augusta?!. Um barco para o Barreiro...outro para Lisboa. Homenagem à rolha encontrada no bolso. Encontrar a palavra "etiqueta" em 360º. Um chupa chupa verde com sabor a coca-cola. Uma caixa azul. Um até amanhã...
20 outubro 2007
o esquilo e a tartaruga #43
O "Esquilo e a Tartaruga" parece-me um bom tema dentro da matéria, já que vale a pena variar, fugindo um pouco aos cânones do National Geographic. Não vos quero maçar com definições nem variedades destas espécies, apenas contar quem são e o que poderá unir estes nossos protagonistas.
O esquilo é um mamífero roedor da família Sciuridae. Os esquilos estão espalhados por quase todo o mundo, a maioria nas zonas de climas temperado ou tropical, mas também em algumas zonas de clima frio. Como todos os roedores, possui presas fortíssimas, com as quais roem sementes com facilidade e destreza. O esquilo é também um animal arborícola: vive nas copas das árvores, de onde saltam de ramo em ramos. Estes saltos chegam a atingir até 5 metros de comprimento, sem temer a queda.
A tartaruga (no sentido lato) ou "quelônios" são répteis da ordem Testudinata (Chelonioidea). O grupo tem cerca de 300 espécies de tartarugas (no sentido estrito) e cágados, e ocupa habitats diversificados como os oceanos, rios ou florestas tropicais. As tartarugas estão na lista dos maiores répteis do mundo. A característica mais distintiva do grupo é a presença de uma carapaça óssea, formada pela expansão e união de algumas vértebras e das respectivas costelas. A carapaça serve de protecção ao animal.
O esquilo é irritante, de movimentos rápidos, stressadinho e pequeno, nunca está bem em nenhum sítio...A tartaruga é lenta, é verde, é sensata e serve-se da sua carapaça para se proteger do mundo.
Esquilo e Tartaruga são diferentes, até ambíguos...Pensei, e não encontro ligação entre os dois. A verdade é que convivem aqui, agora... e até nem estão mal de todo na foto!
As melhores coisas da vida são assim: misturas de "ser", de saber e de gostar. Misturas de ritmos e de espécies.
As melhores coisas não fazem sentido à primeira vista, não se prevêm. É com o tempo, com a partilha, que vamos conseguindo responder aos porquês que nos colocam. Continuo sem encontrar relação possível entre os nossos dois protagonistas, mas sei que se os colocarmos juntos eles terão a capacidade de se conhecerem, experimentar e partilhar um número infinito de conversas...conseguirão eles próprios escrever a sua história: "O esquilo e a tartaruga".
...A ti
18 outubro 2007
uma nota #41
“Morre jovem o que os deuses amam…” Assim começa este tributo, na revista Athena (Novembro,1924), escrito por Fernando Pessoa e dedicado ao seu grande amigo, Mário de Sá Carneiro, 8 anos após o seu suicídio.
Pessoa faz uma verdadeira homenagem a Mário de Sá Carneiro num texto comovente, forte e arrebatador. Os dois mantiveram uma longa amizade e nota-se neste artigo toda a admiração que Pessoa nutre por Sá Carneiro, pela sua pessoa e trabalho.
Mário de Sá Carneiro foi um escritor português nascido em Lisboa no ano de 1890. Frequentou o curso de Direito em Coimbra (1911-1912) mas, desiludido partiu para Paris, onde pretendeu continuar os estudos. Porém, não frequentou as aulas e preferiu a vida boémia dos espectáculos, das ruas e dos cafés (o parisiense Cafe de la Paix, de que Sá Carneiro era cliente, tem desde 1900 uma placa evocativa do poeta). Na capital francesa, a que chamou “cidade da minha ternura” cultivou uma vida singular, valendo-se da protecção paterna e ligando-se a uma rapariga de rua, Heléne. Em 1916, a viver no Hotel de Nice (Montmartre, Paris), suicidou-se com cinco frascos de estricnina tendo convidado um amigo seu, José de Araújo, para lhe assistir à agonia.
Fernando Pessoa, com quem Sá Carneiro mantinha uma forte amizade, desde 1912, escreve neste artigo:
“Génio na arte, não teve Sá Carneiro nem alegria nem felicidade nesta vida. Só a arte, que fez ou que sentiu, por instantes o turbou de consolação. São assim os que os Deuses fadaram seus. Nem o amor os quer, nem a esperança os busca, nem a glória os acolhe. Ou morrem jovens, ou a si mesmos sobrevivem, incolas da incompreensão ou da indiferença. Este morreu jovem, porque os Deuses lhe tiveram muito amor.”
Mário de Sá Carneiro, segundo Pessoa neste artigo, teve uma vida miserável, dedicada à arte e preso ao facto de ser um génio. Era adorado pelos Deuses, e por isso sofria neste mundo de humanos. Sá Carneiro era mais do que humano, era um ser dotado de sensibilidade e inteligência. Vivia aliado deste mundo, agarrado às suas verdades que todos nós temos por mentira. Era um inovador no seu tempo e sofreu na sua grandeza como se não conseguisse gritar toda a sua sabedoria e tivesse morrido sufocado nela.
Segundo Pessoa, Sá Carneiro viveu num tempo em que qualquer privilégio era um castigo:
“Nada nasce grande que não nasça amaldiçoado, nem cresce de nobre que não se definhe, crescendo…Se assim é, assim seja! Os Deuses o quiseram assim.”
O poeta é pintado como aquele que morreu, vítima da sua própria ficção. “Estagna só deus fingido, doente da sua ficção”. A tristeza e o fardo da sua vida convertem-se em tragédia. Este artigo é um incrível exemplo romântico da maldição fatal que pesa sobre o génio e, através das palavras comovidas de Pessoa, Sá Carneiro é mitificado numa homenagem comovente que parece justa e necessária.
Pessoa faz uma verdadeira homenagem a Mário de Sá Carneiro num texto comovente, forte e arrebatador. Os dois mantiveram uma longa amizade e nota-se neste artigo toda a admiração que Pessoa nutre por Sá Carneiro, pela sua pessoa e trabalho.
Mário de Sá Carneiro foi um escritor português nascido em Lisboa no ano de 1890. Frequentou o curso de Direito em Coimbra (1911-1912) mas, desiludido partiu para Paris, onde pretendeu continuar os estudos. Porém, não frequentou as aulas e preferiu a vida boémia dos espectáculos, das ruas e dos cafés (o parisiense Cafe de la Paix, de que Sá Carneiro era cliente, tem desde 1900 uma placa evocativa do poeta). Na capital francesa, a que chamou “cidade da minha ternura” cultivou uma vida singular, valendo-se da protecção paterna e ligando-se a uma rapariga de rua, Heléne. Em 1916, a viver no Hotel de Nice (Montmartre, Paris), suicidou-se com cinco frascos de estricnina tendo convidado um amigo seu, José de Araújo, para lhe assistir à agonia.
Fernando Pessoa, com quem Sá Carneiro mantinha uma forte amizade, desde 1912, escreve neste artigo:
“Génio na arte, não teve Sá Carneiro nem alegria nem felicidade nesta vida. Só a arte, que fez ou que sentiu, por instantes o turbou de consolação. São assim os que os Deuses fadaram seus. Nem o amor os quer, nem a esperança os busca, nem a glória os acolhe. Ou morrem jovens, ou a si mesmos sobrevivem, incolas da incompreensão ou da indiferença. Este morreu jovem, porque os Deuses lhe tiveram muito amor.”
Mário de Sá Carneiro, segundo Pessoa neste artigo, teve uma vida miserável, dedicada à arte e preso ao facto de ser um génio. Era adorado pelos Deuses, e por isso sofria neste mundo de humanos. Sá Carneiro era mais do que humano, era um ser dotado de sensibilidade e inteligência. Vivia aliado deste mundo, agarrado às suas verdades que todos nós temos por mentira. Era um inovador no seu tempo e sofreu na sua grandeza como se não conseguisse gritar toda a sua sabedoria e tivesse morrido sufocado nela.
Segundo Pessoa, Sá Carneiro viveu num tempo em que qualquer privilégio era um castigo:
“Nada nasce grande que não nasça amaldiçoado, nem cresce de nobre que não se definhe, crescendo…Se assim é, assim seja! Os Deuses o quiseram assim.”
O poeta é pintado como aquele que morreu, vítima da sua própria ficção. “Estagna só deus fingido, doente da sua ficção”. A tristeza e o fardo da sua vida convertem-se em tragédia. Este artigo é um incrível exemplo romântico da maldição fatal que pesa sobre o génio e, através das palavras comovidas de Pessoa, Sá Carneiro é mitificado numa homenagem comovente que parece justa e necessária.
17 outubro 2007
ao Jorge #40
Este é para o Jorge! Lisboa vai estar assim no teu dia de anos...só para te manteres informado!
O Jorge é meu primo. De poucas palavras: as certas e incisivas. Com um sentido de humor refinado ao segundo. Tem um olhar terno de uma cumplicidade genuína...mas sem palavras. Eu vejo assim um Jorge meu primo! Culpado de muita coisa:) boa...
Já passaram alguns mesitos fora...muito fora. É para o outro lado do mundo que te mando um beijo enorme de parabéns!
Saudade
o caniche dourado #39
Na paragem do "7" estava hoje de manhã afixado um papel A4 com a seguinte frase: "Procuro caniche dourado".Mas espera lá, existem caniches dourados?? Mesmo dourados? é porque então quero um...assim a condizer com a pulseira! Não será castanho? cor de caramelo, vá...
Dono/a: assim torna-se difícil de o encontrar! Imagine o desgraçado do seu caniche castanho a vaguear pelas ruas das redondezas e a passar despercebido ao lado de bondosas pessoas que procuram o dito caniche dourado (devem andar curiosas, no mínimo...)
E que tal "Procuro caniche castanho claro"??
Enfim...boa sorte caniche:)
o mito das dinastias #38

Lá estava eu...às 14horas, para mais uma das aulas de História da Arquitectura Portuguesa quando surge, ao loooongo do "monólogo" da sôdona senhora muito sabida, as Dinastias da nossa história! Quem não está familiarizado com isto que ponha o dedo no ar...eu punha as duas mãos!! Eu não sabia! E é simples...chega a ser ridículo! No meio de dezenas de pessoas que também não as sabiam acho que fiz uma expressão de desespero e tive um pensamento do género "mas que raio de pessoa és tu que não sabe isto?!".
Eu sempre soube que não sabia...acho que desde os meus tempos do Monte Flôr (belo colégio esse). Passava horas em frente daquele livro horroroso que nem uma imagem tinha para gastar o tempo, com letras arredondadas, com diagramas e setas estranhas, com os nomes pirosos do D. Não Sei Das Quantas ou o Infante Qualquer Coisa. Eu achava aquilo abominável...eu tinha 9anos! Eu gosto de história! O problema é esse...gosto daquelas coisas chatas até...mas dinastias?! Guerras venham elas...mas reis e linhagens reais? Eu não fazia puta ideia!!! Imaginava aquilo uma coisa imensa, cheia de gerações, páginas e páginas daquele livro horroroso...Foi uma coisa que ficou pendente em mim...nunca quis saber!!
Afinal não! Bastou uma aula, hoje, para perceber finalmente! Foram apenas 4 dinastias...maravilhoso!
Afonsina (com o nosso amigo D. Afonso Henriques, o culpado disto tudo...eu vi-o em Guimarães!!) a Dinastia d´Avis (isto porque o D.João I ao que parece era mestre de Avis que não tinha jeito nenhum para estas coisas de reis...eu compreendo) a Filipina (lá por causa dos Filipes Espanhóis) e finalmente a de Bragança (não esqueçamos o fofo do D.Duarte...bem haja!).
Hoje aprendi isto...diria até que fiquei feliz e aliviada por ter desmascarado este mistério da minha existência!
16 outubro 2007
#37 ...
Estava a reler o meu blog!...deu saudade e ao mesmo tempo pena de não o ter continuado naquela altura...vou faze-lo agora!
Só beber ali um café...5minutos!
Só beber ali um café...5minutos!
17 maio 2007
cleo #36

É este o resultado depois de uma tarde (há já algum tempo) passada em Lisboa! Com uma cabeleira, com um "sim...vá, posso pôr isso pá foto" de vários anónimos, com uma escova em punho...deu-se o retorno de Cleópatra às ruas da cidade!
O objectivo é provar que apenas com um acessório (a peruca) qualquer pessoa, de qualquer sexo, altura, cor, idade, profissão, tipo de unhas (já se percebeu a ideia...) pode ser associada à figura de Cleópatra, daí a sua força histórica e imagem de marca. Este foi um trabalho feito para a cadeira de Processos de Criação Artística, a lufada de ar fresco das nossas vidas!
Este post veio apenas para agradecer a disponibilidade destas pessoas fantásticas!! Para os que deram os mails...espero que já tenham recebido as fotos!
Até uma outra tarde!
18 março 2007
fuck #35
Se isto serve para despejarmos sentimentos...cá vai: f......a-se (porque preservo o respeito por quem lê isto)! Enfiava a cabeça na terra, literalmente! Aptece-me gritar, correr, dar socos a carecas! Quero dormir para esquecer, fingir que não sou eu e que simplesmente me vejo...me julgo e me critico...mas não posso fazer nada porque não sou eu...ponto.(mais um) A única coisa que me conforta é que sei que amanhã vai passar, ou depois...mas vai! Eu sou assim...apesar que não me querer ser, sei como sou!
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